FONTE: FACEBOOK
Repassando um email que acabo de receber com um DOSSIÊ DA GESTÃO INTEGRAÇÃO - que está no DCE há 4 anos, e está disputando as eleições mais uma vez.
Leiam e repasse pra que todos os estudantes da UFS saibam como é a escrota atuação política desse grupo. Não podemos deixar que isso se repita! Por respeito aos estudantes!!!!
DOCUMENTO SIGILOSO - DOSSIÊ INTEGRAÇÃO
INFORMAÇÕES SIGILOSAS SOBRE O MOVIMENTO ESTUDANTIL CONTROLADO PELO PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL
Em meados de 2007, em meio a vários problemas na UFS, os estudantes resolveram deflagrar greve até que a reitoria tomasse providências, como por exemplo: colocar papel higiênico nos banheiros. Porém, um grupo de estudantes (Magson Melo – Direito, Thiago Dath – Letras e Higor Brito – História), resolveu criar uma campanha pelo retorno às aulas, o qual ficou conhecido como “Movimento Pró-Aula”. Esse movimento dividiu a comunidade acadêmica entre aqueles que se posicionavam contra e aqueles que se mantinham favoráveis à paralisação.
Após 3 meses de greve, enfim retornaram às aulas e a mais uma eleição do DCE. Porém, a União da Juventude Socialista (UJS), movimento estudantil do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e conhecida como “A Vampira do ME”, que havia coordenado o DCE legalmente em 2005 e ilegalmente em 2006, em função da não
realização de eleição em 2005, vinha de uma derrota esmagadora para a gestão “Amanhã há de ser outro dia” do Movimento Resistência e Luta (MRL) que derrotou a UJS no final de 2006 por uma diferença de 550 votos. Em 2007 a UJS já previa uma nova derrota, pois o MRL havia mobilizado muitos estudantes com várias campanhas pela resolução dos problemas enfrentados na UFS. Mas surgiu uma luz no fim do túnel para derrotar a gestão do MRL, formada por dissidentes do PT, que agora se encontravam no PSOL. A estratégia foi utilizar toda a máquina financeira e ideológica conservadora da reitoria da UFS, se aliar ao Movimento Pró-Aula e enganar os apartidários de cursos com forte formação crítica para chegar ao poder e tentar dominar o mundo.
A união da UJS com o Movimento Pró-Aula, estudantes filiados ao PMDB e ao PSB e os apartidários denominou a chapa para o DCE de “INTEGRAÇÃO”, a qual saiu vitoriosa com 72% dos votos para a gestão de 2008 após fazer uma forte crítica em sala de aula com relação à falta de prestação de contas da gestão do MRL em 2007. Porém, antes o Comando Central do PCdoB havia orientado a UJS a dar o anel e não entregar os dedos, ou seja, ficou com a presidência e a tesouraria e deu a secretaria geral e a vice-presidência ao Movimento Pró-Aula, deixando os apartidários nos conselhos superiores. Tudo isso afastou aqueles estudantes que não faziam parte da cúpula da UJS e do PCdoB dos cargos e das decisões mais
importantes.
Em 2008, a primeira frase do novo presidente do DCE, Natan Alves “O Gago”, estudante de letras e filiado à UJS e ao PCdoB, ao tomar posse foi: “Irei honrar todos os contratos e acordos com a reitoria, com nosso pai maior prefeito de Aracaju Edvaldo Nogueira, com o governador Marcelo Déda e com o presidente Lula”.
Desse momento em diante o DCE deixou de ser uma entidade defensora dos estudantes e passou a ser um órgão da prefeitura de Aracaju e ainda subordinado à reitoria da UFS. Todas as ações esportivas, culturais e estudantis que são mantidas pelo COPRE e pela CODAE da PROEST passaram a ser direcionadas para o DCE, como se este fosse o financiador e promotor dos eventos. Do mesmo modo se deu com a prefeitura de Aracaju, porém com esta a máfia é sigilosa e envolve
muitos recursos financeiros e todo o aparato estrutural da FUNCAJU. E isso tudo passou a manter a UJS e o PCdoB no poder do DCE e não mais a verdadeira Integração que reunia todas as qualidades: estratégia, argumentação, ideias, etc. A UJS aprendeu tudo isso com sua periferia alienada, afastou os cabeças pensantes
e passou a coagir as que se afastaram e que possuem informações sigilosas.
Em meados de 2008 começou o racha na gestão da Integração.
Primeiro todos os membros do PT se afastaram, em seguida foi a vez dos apartidários. E assim seguiu a gestão da UJS no DCE até o final de 2008 quando através de chapa única foi reeleita para a gestão 2009. A chapa única em 2008 não foi porque não havia oposição. Os motivos foram os seguintes: a UJS, agora travestida de heróica, passava em sala de aula e transformava a oposição na “bruxa do 71”; nas reuniões com os centros acadêmicos, ela montava e até hoje
monta um batalhão de CA’s fakes e obtém maioria de forma ilegal; faz uma linda propaganda das ações pragmáticas realizadas pela UFS e pela Prefeitura de Aracaju como se fossem obras do DCE que deixou os estudantes entusiasmados, porém foram enganados e dessa maneira conseguiu a reeleição sem prestar contas da gestão.
Em 2009 tomou posse outro filiado à UJS e ao PCdoB, Antonino Cardozo, estudante de filosofia e atual coordenador de juventude da prefeitura de Aracaju. Carismático com os estudantes ajudou a fundar vários centros acadêmicos e fortaleceu a articulação com os mesmos, porém por possuir uma formação crítica sempre se manteve sob as rédeas do PCdoB, sempre que se revoltava era medicado pelo
comando central do partido. Sempre manteve os mesmos projetos pensados por estudantes da periferia do comando. Antonino nunca prestou contas das ações do DCE e sempre manteve em segredo todas as informações que envolve UJS, PCdoB, reitoria da UFS, UNE e governo. E mantendo todo o denuncismo ao movimento estudantil de oposição foi reeleito mais uma vez para a gestão do DCE-2010, ao
derrotar a chapa “Da Luta não me retiro”, sempre com a velha máquina financeira e ideológica conservadora da reitoria da UFS e todo o aparato governamental que não dá chances para a oposição.
Na gestão de 2010, foi fortalecida a execução do “Projeto Todas as Línguas” que começou ainda em 2009. A UJS sempre gostou de grana e os cursos de línguas foi “o pontapé” ilegal para montagem da máfia financeira que passou a utilizar toda a estrutura da UFS para abocanhar grana e inventar estórias nas reuniões com demais membros do DCE.
Quando a Integração assumiu o DCE em 2008, recebeu R$ 800,00 em caixa da gestão anterior. Porém, as dívidas eram muitas: R$ 8.000,00 com o ex-funcionário; R$ 12.000,00 com a UFS, pois o DCE cobrava imposto da lanchonete e não repassava nada para a universidade, mas o Ministério Público Federal determinou a
devolução; R$ 16.000,00 com a UNE, relacionados ao repasse das carteirinhas; R$ 17.000,00 com a receita federal que seriam necessários para reativar o CNPJ; depois surgiram mais dívidas como, por exemplo, os R$ 15.000,00 de multa para Integração pagar por ter mudado a data das eleições nos pólos da UAB em 2009,
manobra da UJS para evitar que os alunos votassem na oposição.
Essas dívidas eram pequenas em 2008, mas aumentaram na gestão da Integração, pois com o fim da autonomia na confecção das carteirinhas e do repasse do valor da matrícula curricular, o DCE se viu diante da onda inflacionária das dívidas e ficou muito dependente da Prefeitura de Aracaju e da reitoria da UFS para desenvolver os projetos. Para arrecadar dinheiro, o DCE teve ajuda da sua periferia alienada na execução do “Projeto Trilhas”, criado por Magson Melo.
Porém, nada se compara aos recursos obtidos com os cursos de línguas que foram palco de discussões com cursinhos de Aracaju. Um exemplo foi o caso de um Curso Particular de Línguas que chegou a oferecer R$ 10.000,00 para o DCE cancelar os cursos na UFS. Em 2010 o DCE passou a ter uma quantidade de recursos financeiros
jamais vista em outras gestões. A quantidade era suficiente para pagar todas as dívidas e financiar campanhas por muitos anos. Nas reuniões a palavra do presidente Antonino era que iria pagar tudo, mas não pagou nada. Foram muitas “cachaçadas” e muitos churrascos. Para sacar grana não era necessário pedir autorização aos outros membros, qualquer militante do partido sacava e arrecadava em qualquer momento. Tudo isso às custas do bem público (a UFS). E
assim a Integração foi reeleita pelo 4º ano consecutivo sem prestar contas, pois a Integração nunca quis expor as vísceras da gestão.
Para assumir a 4ª gestão (2011) foi criado um presidente fake chamado Fernando Carvalho. Estudante de economia, filiou-se à UJS e ao PCdoB e beijou os pés de Edvaldo Nogueira, ritual obrigatório para assumir o poder. Na sua gestão, manteve as mesmas ações e projetos criados em 2007 e nunca teve total confiança da direção da UJS e do PCdoB. Sempre manteve certo autoritarismo e por causa disso acabou distanciando os militantes da UJS do DCE. Com ele o projeto “Todas as Línguas” perdeu espaço para o Departamento de Letras. O projeto “Trilhas” passou a ser determinado por ele e a não gerar tantos recursos financeiros como gerava antes. Dizem que estão planejando uma viagem para Marte, por ser um planeta
vermelho e muito adorado nos rituais do PCdoB.
Este partido exerce muito controle sobre o DCE e isso tem uma explicação: o SETRANSP repassa certa quantia de recursos financeiros para o PCdoB realizar as campanhas eleitorais de seus candidatos e em troca o SETRANSP pede ao partido que o DCE não mobilize os estudantes contra o aumento de passagem. O PCdoB é um partido que sabe tudo que acontece nos movimentos sociais de oposição, como? Um exemplo são os grampos telefônicos que o partido pratica com a ajuda de parceiros da máquina pública. Outro exemplo é o controle de e-mails que na UFS é feito por um militante da UJS e do PCdoB. O mesmo tem a missão determinada pelo partido de espionar todos os grupos de e-mails dos estudantes da UFS. O acesso se dá através da aceitação de um email com usuário codificado que passa a receber todos os planos do movimento estudantil de oposição. A UJS fica sabendo de todos os planos e repassa para a PROEST antes da execução.
Outra ordem do partido é evitar fazer campanhas eleitorais em cursos de formação crítica. Nas gestões do DCE, os membros do partido são proibidos de oferecer cursos de formação política, a ordem é sempre manter a periferia alienada e sob controle de três ou quatro militantes do PCdoB que também possuem a missão de regar os estudantes com muita festa, cerveja e churrasco. A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PROEST/UFS), também é responsável pelas irregularidades da gestão Integração, pois o ônibus da UFS sempre é usado por militantes do PCdoB na execução do Projeto Trilhas e nos Congressos da UJS, uma situação totalmente ilegal que o MPF deve se posicionar em breve.
Por que os militantes do PCdoB da gestão Integração ficam calados? A explicação é uma só: os selecionados que sabem das informações sigilosas do partido possuem cargos comissionados e recebem sem precisar trabalhar. Tal fato se descoberto geraria uma bomba para a impressa e afetaria o governo do estado, além destes
militantes serem processados criminalmente. É o chamado “jogo do rabo preso” dos selecionados para a cúpula do PCdoB que precisam atender uma série de pré-requisitos, dentre eles, submissão às ordens de cima e a boca de túmulo.
E assim tivemos 4 anos de gestão Integração no DCE sob o comando de um partido que se importa por vários interesses, menos os dos estudantes.
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