
Foto: Mangue Baja/Divulgação
Referências globais
Rebeca Kramer
Especial para o Diariorebecakramer.pe@dabr.com.br
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Cerca de 120 equipes de vários países vão viajar para Pittsburg, no Kansas, Estados Unidos, para competir no 17º Prêmio Baja SAE, que tem por objetivo incrementar junto às universidades estudos na área da mobilidade, em especial, na automotiva. A novidade para este ano é que alunos de engenharia mecânica, de produção e eletrônica da UFPE estão nesse grupo, com o projeto apelidado de João sem Braço, da equipe Mangue Baja. É com o ´carrinho` no estilo off-road que entre os dias 26 e 29 de maio os pernambucanos vão disputar o torneio. Apesar de conquistarem sempre boas colocações nos campeonatos regionais e nacionais, é a primeira vez que a UFPE chega ao mundial nos 12 anos em que participa do prêmio.
Segundo um dos alunos, Aloysio Romeira, os juízes vão julgar os modelos conforme os critérios de prova de segurança, frenagem, conforto, tração, suspensão e resistência. ´Esse projeto é interessante porque a gente aprende a trabalhar em grupo e atuacomo uma empresa`, frisa o aluno, que desde pequeno é apaixonado pelo mundo automotivo por influência do pai, dono de oficina. Segundo Romeira, no prêmio nacional, os alunos concorreram com 68 equipes, ficando em terceiro lugar, atrás da FEI e da Poli-USP
Para o coordenador de execução de procedimento, Fernando Amaral, também inserido no projeto, o procedimento para construção do carro desenvolve habilidades nos alunos voltadas para capacidade de trabalho em grupo, formação tecnológica, capacidade de tomar decisões, estimular o espírito de liderança e a criatividade. ´Temos liberdade para tomar nossas decisões, o que resulta numa grande experiência profissional. E, para se ter ideia, todos que participam do projeto saem bem empregados`.
Um dos professores orientadores, Carlson Verçosa, acredita que o trabalho deste ano é um marco, porque sai do patamar nacional para o internacional. ´Nossos alunos trabalharam duro durante o ano todo e o resultado da competição nacional foi mais do que merecido`. Também orientam os alunos os professores Dário Ferraz e Laurênio Accioly. Os jovens precisam de patrocinadores.
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Segundo um dos alunos, Aloysio Romeira, os juízes vão julgar os modelos conforme os critérios de prova de segurança, frenagem, conforto, tração, suspensão e resistência. ´Esse projeto é interessante porque a gente aprende a trabalhar em grupo e atuacomo uma empresa`, frisa o aluno, que desde pequeno é apaixonado pelo mundo automotivo por influência do pai, dono de oficina. Segundo Romeira, no prêmio nacional, os alunos concorreram com 68 equipes, ficando em terceiro lugar, atrás da FEI e da Poli-USP
Para o coordenador de execução de procedimento, Fernando Amaral, também inserido no projeto, o procedimento para construção do carro desenvolve habilidades nos alunos voltadas para capacidade de trabalho em grupo, formação tecnológica, capacidade de tomar decisões, estimular o espírito de liderança e a criatividade. ´Temos liberdade para tomar nossas decisões, o que resulta numa grande experiência profissional. E, para se ter ideia, todos que participam do projeto saem bem empregados`.
Um dos professores orientadores, Carlson Verçosa, acredita que o trabalho deste ano é um marco, porque sai do patamar nacional para o internacional. ´Nossos alunos trabalharam duro durante o ano todo e o resultado da competição nacional foi mais do que merecido`. Também orientam os alunos os professores Dário Ferraz e Laurênio Accioly. Os jovens precisam de patrocinadores.
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