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domingo, 13 de março de 2011

OPINIÃO: Os Candidatos a Reitor da UFPE e os Estudantes Universitários (Por Otávio Luiz Machado)

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Os Candidatos a Reitor da UFPE e os Estudantes Universitários

Por Otávio Luiz Machado (Pesquisador da UFPE)

E-mail:
otaviomachado3@yahoo.com.br
Twitter:
https://twitter.com/otaviomachado3
Blog:
http://movimentosjuvenisbrasileirosparte7.blogspot.com/

A participação dos estudantes nas decisões da Universidade pode começar com a escolha correta dos dirigentes da universidade. Mas não pode parar por aí.

No último pleito para a escolha do Reitor e Vice-Reitor da UFPE apenas 25% estudantes votaram. Naquele momento, quando os movimentos estudantis estavam mais uma vez fragmentados e fragilizados pelas inúmeras divisões internas que anulavam a atuação mais incisiva dos estudantes nos assuntos de interesse da universidade, a UFPE vivia um momento muito especial e positivo.

O nosso objetivo aqui é o de apresentar os principais pontos que ligam os candidatos ao Reitorado 2011-2015 à vida universitária da UFPE, ontem e hoje.

Pierre Lucena entrou na UFPE como estudante de Graduação em Administração. Formou-se em dezembro de 1994. Teve como principal experiência no movimento estudantil a Presidência do DCE (gestão 1993-94). Sua gestão é até hoje questionada quanto à dedicação maior ao superdimensionamento da estrutura do DCE ao invés da fomentação de uma pauta efetiva para o atendimento das condições melhores de permanência dos estudantes na UFPE.

A exclusão social dos estudantes da UFPE era muito acentuada. Suicídios de estudantes da Casa do Estudante, o fechamento do Restaurante (RU) e a perseguição de estudantes pela Reitoria servem para ilustrar claramente o ambiente na UFPE durante a gestão do Reitor Efrem Maranhão.

Pierre se considera um Professor com muita proximidade dos seus alunos e um candidato que fala a linguagem dos estudantes, mas ficou numa situação difícil em 2007 quando, declarando que a Reitoria deveria reprimir a manifestação dos estudantes na UFPE, emitiu a seguinte opinião: “Por que não colocou até hoje a segurança da UFPE para fechar o prédio, e só deixar os estudantes saírem, e não entrarem?”.

Um ponto muito forte da campanha de Pierre Lucena é o incentivo aos debates na UFPE e a criação de mais áreas de convivência para os estudantes.

Mas as dificuldades de convencimento do candidato Pierre são imensas, pois como crítico da expansão de vagas para os estudantes de graduação e pós-graduação na UFPE, creio que será difícil ao candidato explicar aos estudantes e demais membros dos novos campi (de Caruaru e de Vitória de Santo Antão) e de cursos criados recentemente que se for eleito irá cuidar de todos os setores da UFPE com tratamento equânime (o que vale também para funcionários e professores com menos tempo na UFPE).

Também seria difícil para Pierre convencer todos os estudantes – pela sua condição de opositor sistemático aos níveis de governos municipais, estaduais e federais – que terá prestígio para captar mais recursos que seriam suficientes para promover suas promessas de campanha. Ou explicar como seriam os cortes para encaixar suas propostas.

Anísio Brasileiro foi um típico estudante que saiu de sua cidade natal e veio para Recife realizar o sonho de cursar uma Universidade. Fez Engenharia Civil, formando-se em 1977. Como todo estudante vindo do interior, a moradia na Casa do Estudante da UFPE e sua assiduidade na Biblioteca Central e no Restaurante Universitário deram a ele uma experiência universitária singular.

Anísio teve participação intensa na retomada dos Diretórios Acadêmicos da UFPE (em 1975), bem como no Diretório Acadêmico da Escola de Engenharia da UFPE. Na Pós-Graduação também atuou em defesa dos estudantes através da Associação Nacional de Pós-Graduandos.
Como Professor, a sua atuação em benefício dos estudantes se deu não apenas com a contribuição permanente aos estudantes do seu Centro, mas pelo movimento dos docentes. A participação dos estudantes nas eleições para Reitor com o mesmo peso aos de docentes e técnicos administrativos foi conquista importante da geração de Anísio. Ele foi um dos primeiros nomes a se envolver na Associação dos Docentes da UFPE (ADUFEPE).

Outra contribuição do Professor Anísio aos estudantes ocorreu na Pró-Reitoria de Extensão (PROEXT), como a entrada na UFPE no Programa Conexões de Saberes, a ampliação do número de bolsas para estudantes e a criação de condições aos estudantes para a realização de mais atividades extra-curriculares. Na Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPESQ) foi intenso seu trabalho para a ampliação das bolsas de pós-graduação e o fortalecimento do Programa de Iniciação Científica da UFPE (PIBIC).

Nos momentos que exigia o maior diálogo entre a administração central e os estudantes, o Professor Anísio sempre se colocou como o principal interlocutor. Nunca incentivou a repressão aos estudantes, pois é um articulador muito voltado ao diálogo e ao entendimento e não à imposição.

O Professor Gilson Edmar formou-se no Curso Medicina na UFPE (em 1966). Colaborou com as atividades do Diretório Acadêmico da Faculdade de Medicina, bem como foi membro ativo de uma entidade científica voltada ao estímulo da produção de trabalhos de pesquisa entre os estudantes de Medicina, a Sociedade de Internos dos Hospitais de Recife, que foi precursora da iniciação científica na UFPE.
Além de atuar para o ingresso de novos estudantes nessa Sociedade, Gilson Edmar também presidiu a entidade, inclusive organizando diversas atividades extracurriculares em benefício dos estudantes da UFPE.

Como Professor, o que se pode dizer é que Gilson Edmar sempre envolveu seus estudantes nas atividades de pesquisa e extensão que desenvolve na instituição, bem como orientou diversos estudantes da área de Saúde.

Como Vice-Reitor, Gilson contribuiu decisivamente com os estudantes, seja apoiando a abertura de mais vagas para a graduação e a pós-graduação, seja contribuindo para a criação de mais políticas de apoio ao estudante da UFPE para a manutenção dos seus estudos. Suas propostas estão voltadas para a ampliação da assistência estudantil na UFPE, inclusive propõe a criação de uma Secretaria Especial para os Estudantes. A ampliação da Creche Universitária, de áreas de convivência e do Restaurante Universitário (RU) encontram-se como plataformas fortes da sua campanha.

As dificuldades de convencimento dos eleitores pelos Professores Anísio e Gilson – que fazem parte da atual administração – passam pela argumentação da promessa da continuidade de recursos extra orçamentários para a consolidação dos avanços reais na gestão do Professor Amaro Lins. Precisam se posicionar com firmeza quanto ao processo de interiorização e da abertura de novos cursos, pois foram dois nomes muito entusiastas nessa questão.
Também como árduos defensores da universidade pública, gratuita, de qualidade e socialmente referenciada, Anísio e Gilson Edmar precisam sustentar mais uma vez que o financiamento público das nossas universidades federais precisa ser ampliado para o maior atendimento das demandas de estudantes, técnico-administrativos e professores.


SERVIÇO: Os vídeos que fizemos com todos os candidatos estão aqui:

http://movimentosjuvenisbrasileirosparte7.blogspot.com/2011/03/videos-com-todos-os-candidatos-reitor_11.html
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sábado, 12 de março de 2011

Matéria Começa a Disputa pela Reitoria da UFPE

Matéria Começa a Disputa pela Reitoria da UFPE

Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/2011/03/13/urbana9_0.asp
Diário de Pernambuco, 13 de Março de 2011
Caderno Vida Urbana, página C 8
Por Mirella Marques

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O recém-inaugurado restaurante universitário, garantir melhor assistência estudantil aos alunos, recuperar a infraestrutura de salas de aulas e capacitar servidores. Essas são apenas algumas das “missões” que o novo reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) terá que cumprir ao longo dos próximos quatro anos.

A aguardada eleição da universidade mais concorrida do estado, onde estudam e trabalham nada menos que 50 mil pessoas, está marcada para o dia 26 de abril. A homologação dos candidatos a reitor só acontece no próximo dia 23 de março. Mas, nos bastidores da UFPE, a campanha começou.

Três pré-candidatos almejam o lugar ocupado há oito por Amaro Lins: o atual vice-reitor da Universidade, Gilson Edmar; o coordenador do curso de administração da UFPE, Pierre Lucena, e o pró-reitor de pesquisa e pós-graduação da Federal, Anísio Brasileiro. Os perfis dos candidatos são bem diferentes entre si. Gilson é o mais experiente, com 68 anos de idade. Apesar de ter sido vice nas duas candidaturas de Amaro Lins, na sua própria tentativa à reitoria ele não tem o apoio do reitor.

Quem goza desse prestígio é Anísio Brasileiro, de 56 anos. Além de Amaro Lins, também apóiam sua candidatura o ex-reitor e hoje consultor da ONG Todos pela Educacao, Mozart Ramos, e o ex-ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende. Pierre Lucena é o candidato mais jovem, com 39 anos. A sua campanha está atraindo estudantes e professores que fazem oposição ao atual reitor. Mesmo com histórias e parcerias tão diferentes, na prática, algumas propostas dos três pré-candidatos até que são bem parecidas.

Em todos os programas de campanha, sem exceção, há projetos para melhorar a qualidade de vida de alunos, professores e servidores. No de Gilson Edmar, a ideia ganhou o nome de “Universidade Saudável”. Os três pré-candidatos também são unanimes em afirmar que vão refazer o estatuto da UFPE, criado na década de 70 e que nunca passou por reformulação. Nele ainda existem determinações como a “suspensão de 30 dias para quem não participar de votação para o diretório central dos estudantes”. Essa proposta foi aclamada por Amaro Lins em campanha, mas não saiu do papel.
Todos os candidatos também prometem criar uma pós-graduação (mestrado ou doutorado) exclusiva para os servidores técnicos administrativos da UFPE. O mandato do reitor é de quatro anos, com direito à reeleição. A votação é paritária. Isso significa que os professores, técnicos e estudantes podem votar com pesos iguais.


A continuidade da matéria pode ser verificada aqui: http://www.diariodepernambuco.com.br/2011/03/13/urbana9_0.asp
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sexta-feira, 11 de março de 2011

MemóriaUFPE: atual Candidato Pierre Lucena defendeu repressão e o corte de água dos estudantes da UFPE em greve (2007).

MemóriaUFPE: atual Candidato Pierre Lucena defendeu repressão e o corte de água dos estudantes da UFPE em greve (2007). Se a "sugestão" do hoje candidato a Reitor fosse acatada, colocaria em risco a própria sobrevivência dos estudantes.
OBSERVAÇÃO DO BLOG: Gente muita série da UFPE rebateu e rebate os argumentos de Pierre Lucena quanto à participação do Reitor na manifestação da UNE em 2007. Quanto à opinião de Pierre Lucena em relação aos métodos autoritários que se deveria utilizar contra os estudantes naquele momento, só o mesmo pode responder.

http://acertodecontas.blog.br/atualidades/reitor-faz-protesto-para-voltar-a-reitoria/

tem coisas que só acontecem na UFPE
Reitor faz protesto para voltar à reitoria

Realmente, a cada dia que passa, a situação na UFPE fica mais bizarra. Ontem, com o apoio da UNE, o reitor participou de uma aula-protesto na entrada do Campus da UFPE, perto da reitoria. Na verdade era a favor do REUNI.
Todo mundo tem o direito de fazer o protesto que desejar, inclusive a UNE, com a posição equivocada de ficar ajudando um reitor que não consegue retomar o prédio da reitoria, mas chama a atenção o fato pitoresco.
Desde o começo alertamos neste blog que o comportamento dúbio desta reitoria vem causando problemas à administração da UFPE.
Falta de autoridade não combina com gestão de sucesso. Como bem disse um leitor do blog, e também professor da UFPE, Policarpo, autoridade e autoritarismo são coisas diferentes. Tem gente que não percebe isso.
Ao invés de ir protestar com a UNE, em frente da reitoria, para tomar posse do prédio que é seu, para trabalhar, por direito, pergunto algumas coisas, e faço uma sugestão, enquanto a Polícia não chega para desocupar o prédio da reitoria.
Os estudantes entram e saem a hora que quiser do prédio, sem serem importunados.
Por que não colocou até hoje a segurança da UFPE para fechar o prédio, e só deixar os estudantes saírem, e não entrarem?
Por que não dificultou as condições de sobrevivência no prédio, cortando água, luz e telefone do prédio da reitoria?
Garanto que muitos não iriam ficar lá, assistindo filmes, e fazendo sessões de cinema, como se fossem suas próprias casas?
Essa falta de respeito para com o poder estabelecido, pois a eleição de reitor foi absolutamente legítima, por grande maioria, diga-se de passagem, coloca algumas obrigações à administração central da UFPE, e uma delas é não aceitar uma ocupação do prédio da reitoria.
Ainda dá tempo de colocar a segurança da UFPE para fechar o prédio da reitoria, e cortar a luz e a água. Se tivesse feito isso no começo, já estariam todos trabalhando lá.
O que não dá para aceitar é o reitor ir fazer um protesto para reocupar a reitoria, com a ajuda da UNE.
A UFPE merece mais do que isso.

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MemóriaUFPE: Irmão de Pierre Lucena (atual candidato a Reitor) quer implodir o CFCH

MemóriaUFPE: Irmão de Pierre Lucena (atual candidato a Reitor) quer implodir o CFCH

Observação do blog: O texto abaixo foi reeditado agora em 2011 pelo Sr. Andre Raboni, que cortou parte do seu texto e incluiu outros trechos com fins meramente eleitorais para beneficiar seu irmão Pierre Lucena. O blog aqui disse não ao autor do texto na sua ofensiva de publicação de comentários ofensivos contra pessoas da UFPE aqui no blog , pois consideramos que o nosso blog é informativo e não servirá os para fins nada educativos do Sr. Andre Raboni.


TEXTO ORIGINAL (Blog Acerto de Contas, 2009)



CFCH: um monumento à ditadura e à sociedade fragmentária
Andre Raboni


O Centro de Filosofia e Ciências Humanas, localizado na Universidade Federal de Pernambuco, é um prédio com a cara da Ditadura Militar brasileira. No alto de seus 15 andares, distribuem-se 5 cursos, que são: História, Ciências Sociais, Filosofia, Psicologia e Ciências Geográficas (este semestre foram inaugurados mais alguns cursos, como Arqueologia e Ciências Políticas).
O CFCH foi erguido na primeira metade da década de 1970, na transposição dos governos Médici-Geisel, em 1974 – vértice entre os pontos altos e baixos do regime militar brasileiro. Foi o resultado da fusão dos departamentos da antiga Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Pernambuco (criada em 1950), e do Instituto de Ciências do Homem, primeiramente denominado de Instituto de Filosofia e Ciências Humanas.
O CFCH é um espigão do qual, lá de cima, até o mar dá pra se ver. Certamente, a vista do alto do prédio é bastante bela. Mas, não foi para proporcionar uma bela vista à comunidade acadêmica que o CFCH foi erguido da forma como foi.
Falemos de outro aspecto, efeito intrínseco da disposição arquitetônica escolhida para o nosso querido Centro. Sua disposição vertical, e também sua aparência de “repartição pública”; ambos causam efeitos danosos ao que opera internamente.
O objetivo de sua disposição vertical é óbvio: fragmentar a convivência multidisciplinar entre alunos e professores de cursos diversos, colocando cada um em seu andar. Sabemos que os primeiros períodos estão alocados no 1º andar, e abrigam diversos outros cursos, como Direito, Administração, Ciências Contábeis, etc.
Findo o 1º período (ou “tronco comum”), cada curso parte então para seu andar: História e Ciências Sociais (mais Psicologia no turno da manhã) ficam no 2º andar; Filosofia no 3º; Ciências Geográficas no 5º e 6º, Direito para a FDR, e os demais cursos, cada um para seu centro específico. Isso para as graduações.
Os departamentos, cada um no seu devido andar (a linguagem “imperativa” desta oração não é sem intenção de minha parte).
Destarte, em um prédio sem “ambientes de sociabilização” é deveras danoso para a integração das atividades acadêmicas, a tal multidisciplinaridade. De um ano pra cá, até criaram um pequeno ambiente, carinhosamente apelidado de “espaço Durkheim”, onde corre-se o risco de cair alguma coisa lá de cima, na cabeça do indivíduo…
Há anos e anos que está sendo reformada a parte de baixo do prédio, onde, antes, haviam alguns poucos bancos. A fachada externa também está passando por reforma, e como toda reforma de fachada, é apenas uma reforma de fachada.
Em uma sociedade que prima cada vez mais pela especialização, o CFCH tal como erquigo é uma mão na luva. Mas, particularmente, desconfio de toda Ciência que se encerra em si mesma – sobretudo as Ciências Humanas. É crescente a necessidade de interação. E, ela deveria ser proporcionada pelas estruturas acadêmicas, em vez de ser um prêmio aos que se dedicam às atividades extra-curriculares.
Afora o tal “espaço Durkheim”, aos ‘habitantes’ do CFCH restam apenas a parada de ônibus e o Bar do Bigode/Cavanhaque, para exercerem de fato a sua integração social.
Mas, há outros problemas.
O CFCH é um monumento à preservação da memória da Ditadura Militar brasileira. Apenas com tal significado acho que o CFCH poderia vir a ser preservado, conquanto tivesse que ser esvaziado.
Este resquício (mais que mero emblema semiótico) reflete ainda suas intenções primeiras: compartimentar de forma fragmentária as Ciências Humanas e seus agentes.
No período da Ditadura Militar, até certo ponto, vá lá que esta função arquitetônica cumpria seu objetivo de forma exímia: entre outras coisas, evitar (ou ao menos “controlar”) a interação entre as pessoas responsáveis por pensar a sociedade.
Contenção de motins, de revoltas e de revoluções, estes eram os principais objetivos daquela arquitetura bisonha. Atualmente, acho que isso não faz mais sentido.
Não se justifica que tanto tempo depois, ainda seja mantido o mesmo formato de fragmentação científica e social. Isto é inaceitável, e deveria ser motivo de reflexão em sala de aula, bares, blogs e lares.
Minha experiência acadêmica, curiosamente, revela o contrário, já que tenho vários amigos de formação diversas da minha, que é História. Conheço pessoas de Ciências Sociais, Filosofia, Psicologia, Geografia. Mas, isso se deve muito à minha disposição em interação, também ao Bar do Bigode e à parada de ônibus (que está um caos, e merece uma avaliação em separado), e, em última hipótese, aos congressos e palestras.
Afora isso, devo aos acasos da vida os poucos encontros que tive, à minha participação em uma gestão do Diretório Acadêmico de História, e, claro, às atividades internéticas.
No entanto, minhas observações empíricas não seguem a mesma trilha – embora isso pareça contraditório.
Mesas do Bar do Bigode refletem em muito a estrutura cfchiana: são verdadeiros guetos de pouca ou nenhuma interação social, onde os indivíduos se colocam sempre acima e abaixo de seus vizinhos, nunca ao lado. Ou seja, nem o Bigode está cumprindo sua função de “bar”, ambiente de encontro de diversidades para o lazer e interação social.
Obviamente, não devemos delegar à arquitetura cfchiana toda a responsabilidade para a criação desse ambiente de “desconfiança” e pouca interação entre as Ciências Humanas. Muito disso é responsabilidade das próprias pessoas, que ingressam na Universidade com uma forte mentalidade colegial, de “turminhas” e “galeras”, e dão contínua permanência a isso ao longo da vida.
O estranho não tem vez na minha mesa – esta é a máxima, exposta de forma poética.
E, o que fazer diante disso? É mesmo preciso fazer algo para reverter este quadro parcial que retratei? Ou, será que minhas reflexões são inúteis?
Talvez sejam inúteis. Mas, de toda forma, muita coisa que acreditamos úteis não passam de tolices do cotidiano. Assim, creio que seja justo e coerente pensar sobre o assunto que estou escrevendo, e questionar algumas coisas que parecem passar desapercebidas por muitas pessoas.
As respostas para esses questionamentos deixo a cargo das reflexões daqueles que leram este texto.
O que posso adiantar é que construir outro prédio e demolir o CFCH não me parece uma ideia absurda. Ou, se não demolir, preservá-lo em sua real função: como um monumento nacional em memória da Ditadura Militar – talvez até abrigando os documentos ainda sigilosos do período, que precisam ser abertos, para que se faça cumprir nosso direito constitucional à Verdade e à Informação.
Afora os óbvios custos financeiros de tal obra, a relação custo/benefício pode ser positiva.
A integração disciplinar entre as Ciências Humanas é algo que deve ser pensado, antes que seja tarde demais.
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Vídeos com todos os candidatos a Reitor da UFPE (sobre questão estudantil) - Gravado entre final fev. e início março 2011)

Vídeos com todos os candidatos a Reitor da UFPE (sobre questão estudantil) - Gravado entre final fev. e início março 2011)


CHAPA AVANÇAR MODERNIZAR (Gilson e Denilson)

Fala do Professor Gilson Edmar (candidato a Reitor da UFPE em 2011) - PARTE 1

http://www.youtube.com/watch?v=3TFrv8ku2CU


Fala do Professor Gilson Edmar (candidato a Reitor da UFPE em 2011) - PARTE 2

http://www.youtube.com/watch?v=7os7g3bkBBg


Fala do Professor Gilson Edmar (candidato a Reitor da UFPE em 2011) - PARTE 3

http://www.youtube.com/watch?v=oaU5ZYDE6Bw


Fala do Professor Gilson Edmar (candidato a Reitor da UFPE em 2011) - PARTE 4

http://www.youtube.com/watch?v=umppjykYgJA


Fala do Professor Denilson Marques (candidato a Vice-Reitor da UFPE em 2011) - PARTE 1

http://www.youtube.com/watch?v=5sZ6RkLjvAc


Fala do Professor Denilson Marques (candidato a Vice-Reitor da UFPE em 2011) - PARTE 2

http://www.youtube.com/watch?v=17veQlUNE8w


Fala do Professor Denilson Marques (candidato a Vice-Reitor da UFPE em 2011) - PARTE 3

http://www.youtube.com/watch?v=eB4xVShn_jA


Fala do Professor Denilson Marques (candidato a Vice-Reitor da UFPE em 2011) - PARTE 4

http://www.youtube.com/watch?v=GEjVP99hYZ4



CHAPA CONSOLIDAR E INOVAR (Anísio e Sílvio)


Fala do Professor Anísio Brasileiro (candidato a Reitor da UFPE em 2011) - PARTE 1

http://www.youtube.com/watch?v=oaP6h0yXNuA


Fala do Professor Anísio Brasileiro (candidato a Reitor da UFPE em 2011) - PARTE 2

http://www.youtube.com/watch?v=vZPxeD3FmYI


Fala do Professor Anísio Brasileiro (candidato a Reitor da UFPE em 2011) - PARTE 3


http://www.youtube.com/watch?v=2g7-kp6o27Y




CHAPA NOVA UFPE (Pierre e José Roberto)



Fala do Professor Pierre Lucena (Candidato a Reitor da UFPE em 2011) PARTE 1:

http://www.youtube.com/watch?v=SbJdrknw094


Fala do Professor Pierre Lucena (Candidato a Reitor da UFPE em 2011) PARTE 2:

http://www.youtube.com/watch?v=WzqMY5fkpSg
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quinta-feira, 10 de março de 2011

Pontos relevantes para o debate ao Reitorado 2011-2015

Pontos relevantes para o debate ao Reitorado 2011-2015

- Financiamento Público da UFPE;
- Expansão das vagas na Graduação;
- Ampliação do número de Cursos na Pós-Graduação;
- Ampliação da Assistência Estudantil;
- Número maior de parcerias com os níveis municipais, estaduais e federais;
- Formação cidadã dos estudantes por meio de eventos, projetos de extensão e pesquisa, estágios, excursões didáticas, etc. Enviar para o Twitter

quarta-feira, 9 de março de 2011

A SITUAÇÃO DO CFCH DA UFPE (Por Otávio Luiz Machado)

A SITUAÇÃO DO CFCH DA UFPE
Por Otávio Luiz Machado

É interessante como um candidato a Reitor sabe tratar todos os centros da UFPE com igualdade e “justiça”: não existe nenhum Centro da UFPE que escapou da sua ira eleitoreira.
Quem se anima a questionar o grupo eleitoreiro é atacado de todas as formas. Não se pode mais defender a UFPE sem ser perseguido da forma mais implacável. Mas tal grupo deve entender que a democracia brasileira está consolidada. Não vão implantar o terror, espalhar boatos sobre a UFPE e muito menos fugir do debate que interessa a todos.

Nessa história como sempre, o CFCH circula como o pior exemplo. É um centro sempre estigmatizado e rotulado como o mais abandonado, mesmo com as mudanças significativas na sua estrutura nos últimos anos. Mas é para muitos um esporte atacar a UFPE, principalmente o CFCH.
Mas esquecem inicialmente de respeitar as figuras de projeção nacional e internacional na condição de professores que trabalham ali, bem como uma leva de funcionários e estudantes extremamente talentosos e esforçados. Todos merecem respeito!
Os que atacam não sabem que no CFCH foram construídos os primeiros passos do PACTO PELA VIDA, que resultou numa política pública premiada e reconhecida nacionalmente. Não sabem que ali se encontram em andamentos projetos importantes sobre o planejamento regional do Nordeste, Segurança Pública, Movimentos Sociais, História do Brasil, Juventudes, Educação Superior, Impactos das Políticas Sociais, etc.

O candidato a Reitor que crítica sempre se porta como uma figura arrogante e prepotente. Não merece muitas considerações, não. Olhem as melhorias do CFCH:

- Criação de novos cursos (Ciência Política, Arqueologia, Museologia, etc);
- Instalação de uma nova biblioteca;
- Ampliação do número de bolsas em todos os níveis;
- Digitalização e disponibilização na internet das dissertações e teses produzidas pelo Centro;
- Criação ou ampliação de laboratórios de informática;
- Informatização das referências do acervo das bibliotecas setoriais;
- Reforma do prédio;
- Criação da área de Núcleos (3º andar);
- Melhoria extraordinária na rede de internet, bem como sua expansão (muitos mais pontos de acesso);
- Criação de um novo prédio para a realização de aulas;
- Apoio significativo para a realização de eventos.

O atual Reitorado buscou apoiar de forma igualitária todos os centros da UFPE. Ninguém foi ou está sendo melhor ou pior.

Qualquer pessoa sabe o valor da imagem de uma instituição. Sabe o quanto custa para manter uma boa imagem. Sabe dos esforços de professores, alunos e funcionários para que realmente a instituição não sofra arranhões em sua imagem.
Infelizmente as pessoas que atacam não acompanham a vida da UFPE para poder opinar. Não lêem jornais da cidade e muito menos os boletins da própria instituição. O que lêem servem apenas para aplicar a velha máxima oportunista e aventureira: o que vem de bom dos outros a gente esconde. O que é de ruim a gente fatura.

É preciso olhar no olho das pessoas e promover o diálogo. Ao despolitizar as eleições e nivelar por baixo um debate sobre o presente e o futuro da UFPE os agressores à instituição só demonstram que querem assumir cargos na administração superior, pois a cada dia só indicam que não estão realmente interessadas em ajudar os cursos e a contribuir para o pleno exercício das atividades de ensino, pesquisa e extensão da UFPE.

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A Política do que é “Ruim” para os Outros a Gente Mostra e o que é Bom Deles a Gente Esconde


A Política do que é “Ruim” para os Outros a Gente Mostra e o que é Bom Deles a Gente Esconde

Um Candidato a Reitor da UFPE anda mesmo desesperado, pois sabe que sua votação será pífia e amargará como prêmio de consolação o merecido terceiro lugar nas votações de abril. Já pensam em lançá-lo para o cargo de Prefeito no ano que vem, mas como o atual Prefeito a cada dia recupera a sua popularidade, o candidato terá que vencer mesmo a Reitoria se quiser dar espaço às viúvas do neoliberalismo.

Com a perda de quase todos os espaços políticos no País, a velha turma da privatização, do corte de recursos públicos, do sucateamento da universidade pública e apaixonada pelas fórmulas milagrosas para a educação superior impostas pelo Banco Mundial anos atrás se sustenta na busca de Reitorias de Universidades, cargos em câmaras de vereadores e na criação de ONGs.

Uma pessoa que vem atacando a UFPE de longa data, agora vem se colocando como uma vítima dos que querem saber quem ela foi na UFPE, o que ela é e o que pretende fazer caso seja eleita para a Reitoria da UFPE.

O candidato esconde da comunidade universitária a sua participação numa das piores gestões na área de educação de um importante órgão de Pernambuco. Também esconde a sua ideologia política que, analisando como está “queimado” junto aos poderes municipais, estaduais e federais, o que se pode dizer é que ele não está afinado com a política implantada pelo Governo Lula e seguida pela Presidente Dilma, com a política revolucionária de Eduardo Campos no Estado de Pernambuco e muito menos com a política da “grande obra é cuidar das pessoas” fundada por João Paulo e conduzida atualmente pelo Prefeito João da Costa.

O candidato a Reitor também não está afinado com a política de Educação do Ministro Haddad do MEC, bem como não conhece uma linha dos planos de Ciência e Tecnologia nacionais e estaduais. E a cada dia demonstra estar totalmente desatualizado em relação ao que acontece na UFPE. ´

É um candidato que sabe descontentar muita gente e que não tem maturidade e compromisso com a abertura de novas vagas para os estudantes, professores e funcionários, nem uma política de assistência estudantil global. Também não consta em seu histórico a participação da luta sempre permanente em defesa de uma universidade pública, gratuita e de qualidade.
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Respeito à UFPE (Por Otávio Luiz Machado)

Respeito à UFPE
Por Otávio Luiz Machado*
*Pesquisador da UFPE. E-Mail: otaviomachado3@yahoo.com.br
Twitter: http://twitter.com/otaviomachado3

“A vocês sonhadores com menos de 40 anos, corresponde a tarefa histórica de reparar essas enormes distorções. Lembrem-se de que as coisas deste mundo, dos transplantes de coração aos quartetos de Beethoven, estiveram na mente de seus criadores antes de estar na realidade. Não esperem nada do século XXI, pois é o século XXI que espera tudo de vocês. É um século que não chega pronto da fábrica, mas sim pronto para ser forjado por vocês à nossa imagem e semelhança. Ele só será glorioso e nosso à medida que vocês sejam capazes de imaginá-lo” (Gabriel Gárcia Marquez).

Todos sabemos que a UFPE se encontra no ranking das melhores universidades brasileiras, sem contar que circula entre as maiores do País. É fruto não só da política universitária adotada pela administração central e da política de ensino superior do MEC, mas do trabalho incansável de Funcionários, Professores e Estudantes ao longo da história da Instituição.
Também é fundamental trazer para o debate o excelente momento político e econômico do País e de Pernambuco, o que exige a escolha de um Reitor que não esteja totalmente “queimado” junto aos poderes municipais, estaduais e federais, o que dificulta enormemente a captação de recursos extras para a instituição e a agilidade de liberação de tais recursos, considerando a enorme concorrência que a UFPE trava com universidades do SUL-SUDESTE pelos mesmos recursos (nem sempre abundantes).
Também tivemos a ampliação do orçamento da UFPE, bem como a disponibilidade de mais recursos para os professores e pesquisadores para suas atividades via CNPq, CAPES e FINEP, bem como o aumento significativo de convênios nacionais e internacionais, o que mudou a imagem de abandono da UFPE.
O prestígio acadêmico também é fundamental para um Reitor. Ter trabalhos reconhecidos e já ter ocupado cargos relevantes É FUNDAMENTAL. Não se pode utilizar apenas do prestígio do cargo de Reitor. O Professor que se propõe a ser Reitor é que precisa dar o seu prestígio. O Reitor que fala o que fez e o que vai fazer, que dê perspectiva e esperança para a saída dos problemas. O REITOR NÃO PODE SE COLOCAR COM UM SÍNDICO DE CONDOMÍNIO.
A UFPE encontra-se num bom momento para corrigir o que ainda precisa ser corrigido, mas precisa continuar afinada com as mudanças da sociedade em seu favor.
Mas os que agridem a UFPE atualmente não falam do contexto histórico que antecedeu o atual momento das universidades federais, PORQUE ELES ESTAVAM COMPROMETIDOS COM O PROJETO NEOLIBERAL DO PSDB E TURMA. E escondem as diversas pessoas da instituição que também estavam (e estão) comprometidas até o pescoço com àquele projeto antigo implantado no País até recentemente, que estavam representadas pelo seguinte: PRIVATIZAÇÃO, SUCATEAMENTO, PRODUTIVIDADE, MERCADO, GERÊNCIA, UNIVERSIDADE COMO EMPRESA; NOVA UNIVERSIDADE, AGILIDADE, DESBUROCRATIZAÇÃO, GESTÃO E MODELO EMPRESARIAL.
Até hoje podemos ouvir dos funcionários, professores e estudantes daquele período o quanto a batalha foi dura para impedir a implantação das diretrizes do Banco Mundial na educação superior brasileira. Inúmeras greves e manifestações foram produzidas na época denunciando o comprometimento do MEC com essa política, assim como do Conselho Nacional de Educação (CNE), que tinha um ex-Reitor da UFPE como seu principal nome.
O pessoal que se encontra bem mais tempo sabe que foi um pequeno grupo que se colocou como “lideranças universitárias” que levaram a UFPE para um beco sem saída: sem orçamento compatível, sem concursos, com infra-estrutura precária, sem possibilidades de crescimento e com a imagem de uma instituição inviável na sociedade.
Uma campanha sórdida contra a universidade pública, gratuita, de qualidade e socialmente referenciada marcou os anos 1990. Na oportunidade um relatório muito bonito foi produzido em sua defesa. Com o título “A Presença da Universidade Pública”, o documento esmiuçava a contribuição das universidades para o desenvolvimento do Brasil.
Inclusive a própria Associação Nacional de Docentes das Instituições Superior (ANDES) produziu uma campanha cobrando mais investimentos públicos para as universidades federais naquele período, argumentando que o Brasil estaria em 2010 vivendo a “idade da pedra”.
Muitos docentes, funcionários e estudantes da UFPE aderiram ao movimento da ANDES naquele momento. Na década seguinte, como o Governo do Presidente Lula ampliou em várias vezes o orçamento das universidades federais, inclusive investindo em rubricas que estão zeradas, como é o caso da “Assistência Estudantil”, as universidades puderam fazer investimentos, promover a contratação de milhares de professores e estudantes e ampliar a oferta de vagas nas federais.
Também tivemos a adesão de muitos professores da UFPE na linha política neoliberal adotada pelo MEC, que inclusive estiveram envolvidos diretamente com os nomes que faziam ações contrárias às universidades federais, pois lá foram ajudavam a detonar uma política de sucateamento e de visão empresarial para dentro das IFES (Instituições Federais de Ensino Superior).
E chegamos em 2010 com uma UFPE renovada e não mais caindo aos pedaços graças ao trabalho do Reitorado atual e sua equipe, Diretores de Centros e Chefes de Departamento de toda a instituição. Também temos um País muito melhor com a herança deixada pelo Presidente Lula.
Não podemos esquecer todos os Centros da UFPE possuem nos seus quadros figuras de projeção nacional e internacional na condição de professores, bem como uma leva de funcionários e estudantes extremamente talentosos e esforçados. E todos merecem respeito! O atual Reitorado buscou apoiar de forma igualitária todos os centros da UFPE.
Para a UFPE não ficar estagnada foram criados novos cursos com a devida expansão da assistência estudantil, a instalação ou reformas de suas bibliotecas, a reformas de prédios, a melhoria extraordinária na rede de internet, bem como sua expansão (muitos mais pontos de acesso), etc.
Qualquer pessoa sabe o valor da imagem de uma instituição. Sabe o quanto custa para manter uma boa imagem. Sabe dos esforços de professores, alunos e funcionários para que realmente a instituição não sofra arranhões em sua imagem.
Infelizmente muitas pessoas que atacam por atacar não acompanham a vida da UFPE para poderem opinar. Não lêem as matérias sobre a UFPE nos jornais da cidade e muito menos os boletins da própria instituição. O que lêem servem apenas para aplicar a velha máxima oportunista e aventureira: o que vem de bom dos outros a gente esconde. O que é de ruim a gente fatura.
É preciso olhar no olho das pessoas e promover o diálogo. Ao despolitizar as eleições e nivelar por baixo um debate sobre o presente e o futuro da UFPE, o que podemos deduzir é que os agressores à instituição só demonstram que querem apenas assumir cargos na administração superior, pois a cada dia só demonstram que não estão realmente interessados em ajudar os cursos e a contribuir para o pleno exercício das atividades de ensino, pesquisa e extensão da UFPE.
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E Viva o Canto da Sereia. Viva! Viva!

E Viva o Canto da Sereia. Viva! Viva!


Muitos candidatos a Reitor da UFPE precisam de uma verdadeira aula de administração pública, pois os novos estudantes da instituição precisam saber que tudo não depende do Reitor, mas da direção do Centro e dos Chefes de Departamentos. E que os colegiados e os conselhos departamentais também tomam decisões importantes sobre a vida da universidade. São em tais instâncias que as prioridades são estabelecidas. O Reitor em nenhum momento será um SÍNDICO DE CONDOMÍNIO. Muito menos um REI (POSSO TUDO!). Sua função é outra.
Outro assunto importante é o prestígio político do Reitor lá fora. O Reitor não pode ser uma pessoa totalmente "queimada" nos níveis municipais, estaduais e federais, pois dificulta em muito a captação de novos recursos para a instituição, além de barrar as iniciativas de professores, funcionários e estudantes da UFPE.
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terça-feira, 8 de março de 2011

Fala de Eduardo Campos na UFPE (AULA INAUGURAL)

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O vídeo do Governador Eduardo Campos na Aula Inaugural da UFPE em Vitória-PE (28-fev-2011) PODE SER ASSISTIDO AQUI:


“Eu quero dizer da alegria de poder estar aqui na tarde de hoje com vocês, aqui nesse primeiro dia de aula do Campus de Vitória de Santo Antão, para reforçar o nosso compromisso com o grande esforço do Governo Federal de poder qualificar as nossas universidades e de poder também levar as nossas universidades para mais próximo do Brasil do interior, do Brasil do sémi-arido e do Brasil que precisa de oportunidades”.

CONTINUA AQUI

http://www.youtube.com/watch?v=n7viaQZqFPM




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Resenha sobre o blog:http://sejarealistapecaoimpossivel.blogspot.com

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Resenha sobre o blog:
http://sejarealistapecaoimpossivel.blogspot.com
FONTE: Revista Crítica de Ciências Sociais (Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra)
Autor: Pablo Almada
Dados da Edição: número 83


Seja realista: peça o impossível (Movimento Estudantil Brasileiro) -
http://sejarealistapecaoimpossivel.blogspot.com

O slogan do Maio de 1968 francês - título do blog do historiador e sociólogo da Universidade Federal de Pernambuco, Otávio Luiz Machado - representa o interesse crítico da pesquisa e do debate do movimento estudantil brasileiro, das reformas universitárias e da organização da União Nacional dos Estudantes (UNE), perante os novos desafios e perspectivas para o ensino superior brasileiro. É nesse sentido que a crítica a UNE não passaria em branco, apontando para um caminho que valoriza as experiências dos estudantes e militantes no movimento, através das várias pesquisas e recolhas de memórias dos estudantes sessentistas.

O propósito de Machado e de seu grupo de pesquisa é sem dúvida um debate público da memória do movimento estudantil, se diferenciado dos actuais arquivos virtuais da UNE, cuja carga de marketing e alto investimento do governo representam um trabalho menos especializado e em acordo com as posições políticas da organização.

Os textos do blog – desde textos do próprio autor, como também diversos textos publicados na mídia, apontam para as falhas e mudanças políticas na UNE, evidenciando o processo de crise que paira a organização, principalmente após o inicio do Governo Lula em 2003 e as crescentes manifestações e a consequente criminalização dos movimentos sociais, da qual o movimento estudantil não passou em branco.
O Blog deixa-nos uma questão compartilhada por vários estudantes: se a UNE já não representa os estudantes, quais os caminhos organizativos e associativos a seguir? As novas alternativas de organização estudantil, como a CONLUTE (Coordenação Nacional de Lutas Estudantis) é mesmo uma alternativa ou reproduzem dos mesmos problemas da UNE? A resposta não é dada no blog, mas é inscrita nas práticas e novos caminhos alternativos do próprio movimento, impulsionadas, certamente, pelas reflexões nos espaços académicos e nos espaços virtuais, como esse blog.
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Resenha de Dimas Brasileiro Veras sobre o livro “O PENSAMENTO DAS JUVENTUDES BRASILEIRAS NO SÉCULO XX”

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Resenha de Dimas Brasileiro Veras sobre o livro “O PENSAMENTO DAS JUVENTUDES BRASILEIRAS NO SÉCULO XX” (Organizado por Michel Zaidan Filho e Otávio Luiz Machado, Recife, Editora Universitária da UFPE, 2010).
Fonte: Revista Estudos Universitários (UFPE), n. 26, dez. 2010

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História oral e história da juventude contemporânea formam uma união metodológica de todo sedutora. Se por um lado o pesquisador se mune de um novo arsenal para reinventar o passado, os brasileiros e as brasileiras na qualidade de depoentes têm a oportunidade de expressar como conceberam sua própria juventude ou aquela de tempos passados. Assim, pesquisadores e depoentes de todas as idades redescobrem a história da juventude brasileira ao mesmo tempo em que reinventam esta no presente.
Estas idéias talvez sejam a linha que orienta os relatos reunidos por Michel Zaidan e Otávio Luiz Machado em “O pensamento das juventudes brasileiras no século XX”. A publicação foi viabilizada pela benfazeja Série Extensão do Edital de Publicação da Pró-Reitoria de Extensão (PROEXT) em parceria com a Editora Universitária da UFPE, que busca promover a ampliação e a difusão de conhecimento produzido pela comunidade acadêmica desta mesma instituição de ensino superior.
As vozes que compõem o livro foram coletadas ao longo de vários projetos de pesquisa e extensão que visavam a subsidiar e fomentar investigações, acervos e redes de colaboração em torno da juventude como objeto de estudo das ciências humanas. Empreitada que, além de contribuir com a formação de jovens pesquisadores, teve o mérito de reunir uma ampla documentação sobre essa categoria sócio-histórica que é o jovem e a juventude brasileira. Acervo a partir do qual o historiador, o cientista social ou o escritor podem desvelar as práticas e as enunciações coletivas que constituíram ou não o ser jovem, bem como do estudante como categoria política, ao longo de nossa história recente.
São, no total, trinta e duas entrevistas coletadas em ocasiões diferentes pelos organizadores. Algumas realizadas pessoalmente, outras retiradas de fontes secundárias. Desta forma, contemplaram momentos heterogêneos da história brasileira, a começar pela Revolta da Chibata no início do século XX, passando pelo Estado Novo e pela Segunda Guerra Mundial, pela experiência democrática dos anos 1950-60 e seu sinistro desfecho em 1964, bem como por toda resistência política que deságua no movimento de Anistia, na redemocratização e na criação do Partido dos Trabalhadores nos anos 1980. Para além das virtualidades heurísticas e da valorização dos infantes agentes políticos perante a incrédula sociedade brasileira, os relatos podem e devem reafirmar a confiança dos jovens em si mesmo, destacando as práticas e as representações da juventude organizada como motor de transformação radical do presente.
Cabe, portanto, sublinhar alguns grupos de entrevistas que separamos de acordo com suas próprias similitudes internas. As anotações do “Almirante Negro” João Cândido, um dos líderes da revolta da Marinha brasileira que aboliria o suplício aplicado à marujada de baixa patente “Revolta da Chibata – 1910), remete a outros relatos de lideranças populares como Elvira Boni, Gregório Bezerra, José Dazinho, Maria Ferreira Dias (Dona Mariazinha), Elizabeth Teixeira, João Paulo e Nelson Triunfo. Falas nas quais se sobressaem aspectos das lutas sociais pautados nos seguintes pontos: educação e cultura popular, associativismo, ajuda mútua, organizações comunitárias e reivindicações de gênero. Por outro lado, os limites desta atuação dos movimentos sociais são expostos em descrições dolorosas dos reveses ocasionado muitas vezes pelos equívocos dos próprios agentes, mas, sobretudo, pelos dispositivos de controle e punição que cerceiam a atuação dos movimentos sociais.
Em outro veio, as narrativas ajudam a tecer aspectos da história do movimento estudantil brasileiro: da criação da UNE no final dos anos 1930, passando pela luta armada nos anos 1960-70 e, finalmente, o processo de redemocratização. Os assuntos estão espalhados nas falas dos entrevistados, mas trazendo bastante informação sobre o cotidiano, as greves, as correntes, as moradias, as lutas, as ações culturais, as bandeiras, as divergências internas, as alianças com o movimento sindical. Fica-se inclinado a pontuar as narrativas sobre a mobilização nacional “O Petróleo é Nosso” que conquistaria a criação da Petrobrás. Longe do saudosismo, as narrativas sugerem ao leitor refletir sobre as lutas do presente em torno da descoberta da camada “Pré-Sal” e dos benefícios que uma gestão democrática, nacionalista e solidária da descoberta poderia trazer à juventude brasileira. Sem populismos, esta é uma questão que não pode deixar de ser discutidas nos programas construídos pelos futuros candidatos a presidente neste ano de 2010. Neste quadro de lutas do movimento estudantil encontram-se os relatos de Irum Sant´Anna, Antônio Dias Leite, Roberto Gusmão, Genival Barbosa Guimarães, Cristovam Buarque, Ricardo Apgaua, João Batista dos Mares Guia, Honestino Guimarães, Jorge Batista, Doralina Rodrigues, Lúcia Barros Gonçalves. Outro segmento de narrativa se inscreve dentro deste grupo maior sobre o movimento estudantil possibilita ao leitor refletir sobre o surgimento do Partido dos Trabalhadores. Aparecem falas como a de José Dirceu, João Paulo Lima e Silva e Humberto Costa.
Em outra perspectiva, encontram-se os ricos depoimentos dos jornalistas e comunicadores sociais que atuaram na mídia institucional nos anos de repressão. Narrativas que ajudam a caracterizar a censura nos meios de comunicação, bem como as técnicas postas em jogo ou não pelos jovens jornalistas para burlar a repressão à liberdade de expressão. Dentro deste grupo, incluem-se Ivanildo Sampaio de Souza, Divane Carvalho, Francisco José, Clarice Herzog e Maria Tereza Lopes Teixeira.
Por fim, a militância cultural se faz presente através da fala de Abelardo da Hora, sobre o cenário cultural e político do Recife e, sobretudo, sobre o Atelier Coletivo e o Movimento de Cultura Popular, sendo seu cinqüentenário neste ano de 2010. Bem como a apresentação dos jovens artistas de Minas, por Fernando Brant, as vivências na USP do “global” Edson Celulari, e, finalmente, o pernambucano Nelson Triunfo, ajudando a compreender a força e a atualidade da cultura negra brasileira, do Funk ao Hip Hop.
Narrativas heterogêneas em torno da cultura como instrumento ativo da cidadania e da luta política das minorias, que somadas aos sotaques das outras falas presentes no livro, como aquela de Apolônio de Carvalho sobre a silenciada geração socialista do Exército Brasileiro, podem servir a uma compreensão menos totalitária da história recente ou imediata do Brasil.
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Artigo O Prestígio

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Artigo Respeito à UFPE

Artigo Respeito à UFPE
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domingo, 6 de março de 2011

Fala do Governador Eduardo Campos na Aula Inaugural da UFPE em Vitória-PE (28-fev-2011)

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Fala do Governador Eduardo Campos na Aula Inaugural da UFPE em Vitória-PE (28-fev-2011)

http://www.youtube.com/watch?v=n7viaQZqFPM



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O Brasil e o seu enorme potencial de mudança (Fernando Haddad)

O Brasil e o seu enorme potencial de mudança
Fernando Haddad*
*Ministro da Educação do Brasil. Fevereiro de 2011. Especial para o Programa sobre Juventudes da UFPE.

O principal recado que eu daria aos companheiros que estão à frente deste Programa voltado para a juventude é o seguinte: é que vamos avançar muito mais. Com o momento de grande dinâmica histórica e das grandes mudanças sociais, principalmente no Nordeste, temos que ter muita clareza desse processo de mudança.
O Brasil de 10 anos atrás é muito diferente do Brasil de hoje. Há 20 anos nem se fala. Nós temos que ter a compreensão dessa dinâmica social para que os jovens possam participar desse processo de transformação com mais consciência do seu potencial e dos seus limites. E da urgência para que esse processo seja, sobretudo na região do Nordeste, onde a educação não recebeu a devida atenção do poder central até muito recentemente.
No que diz respeito à educação profissional, seja a de nível médio, seja a superior, nós estamos numa fase de consolidação.
Estou aqui visitando a UFPE num momento em que 100 obras estão em andamento para atender melhor o estudante e a comunidade acadêmica, que vai desde o Restaurante Universitário até laboratórios de última geração. E isso está acontecendo simultaneamente.
E por isso eu insisto em dizer: para que nós possamos aproveitar o momento nós precisamos ter uma perspectiva histórica. Para saber o que o Brasil foi, as oportunidades que o País desperdiçou e o enorme potencial de mudança que nós temos pela frente.
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sábado, 5 de março de 2011

Entrevistando os candidatos a Reitor

Entrevistando os candidatos a Reitor da UFPE

No final do mês de fevereiro e início de março promovemos a realização de entrevistas com os nomes que se colocaram à disposição da comunidade universitária da UFPE como candidatos ao cargo de Reitor.
O projeto de extensão “Memória das Juventudes Pernambucanas” tem promovido um trabalho junto à juventude visando a circulação de informações e a produção de cidadania. Num momento ímpar da instituição não poderíamos deixar de cumprir os nossos objetivos, porque a Universidade Pública precisa traçar como uma de suas prioridades um público que encontra numa situação transitória na instituição, como é o caso dos estudantes.
Os candidatos Anísio, Gilson e Pierre foram entrevistados. Também apuramos ao longo das conversas alguns aspectos da História da própria UFPE, considerando que os mesmos são de gerações, áreas e concepções de universidade distintas.
Apuramos informações sobre os passos das atividades estudantis relacionadas à participação em projetos de pesquisa, a história do movimento estudantil, a abertura e o fechamento do RU, a expansão da UFPE, as atividades de extensão e os desafios enfrentados na instituição para sua afirmação como uma universidade pública, gratuita, de qualidade e socialmente referenciada.
O conjunto das atividades desenvolvidas em torno dos candidatos permitiu que alguns produtos fossem desenvolvidos até o momento, como os vídeos e um texto que estão aqui no blog:


http://movimentosjuvenisbrasileirosparte7.blogspot.com/

Outro dado interessante que produzimos foi a biografia dos candidatos a Reitor, pois é fundamental que a comunidade universitária conheça a trajetória dos nomes que se colocam para liderar a UFPE nos próximos quatro anos.
A avaliação que fizemos da atividade é altamente positiva, porque não nos detemos no seu original e novo no processo eleitoral, mas por ser mais uma oportunidade – principalmente para os estudantes de graduação e pós-graduação da UFPE – conhecer as propostas e o que fizeram os reais candidatos ao longo de sua história na instituição.

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Reitor Amaro Lins participa de confraternização dos funcionários em movimento por reposição salarial na UFPE (4-fev-2011)

Reitor Amaro Lins participa de confraternização dos funcionários em movimento por reposição salarial na UFPE (4-fev-2011)

http://www.youtube.com/watch?v=p4P7GCWXvT4 Enviar para o Twitter

Ministro Fernando Haddad dialoga com nosso trabalho sobre as juventudes na UFPE (28-fev-2011)

Ministro Fernando Haddad dialoga com nosso trabalho sobre as juventudes na UFPE (28-fev-2011)

http://www.youtube.com/watch?v=8-vJIQKQkQg&feature=related Enviar para o Twitter

Ministro Fernando Haddad almoçando no RU da UFPE (28-02-2011)

Ministro Fernando Haddad almoçando no RU da UFPE (28-02-2011)

http://www.youtube.com/watch?v=4Ge6mhCyCxU Enviar para o Twitter

BIOGRAFIAS DOS CANDIDATOS A REITOR DA UFPE (REITORADO 2011-2015)

BIOGRAFIAS DOS CANDIDATOS A REITOR DA UFPE (REITORADO 2011-2015)

ANÍSIO BRASILEIRO DE FREITAS DOURADO


CIDADE NATAL: Garanhuns (Pernambuco)


FORMAÇÃO NA GRADUAÇÃO: Engenharia


NÍVEL MÁXIMO DE FORMAÇÃO: Pós-Doutor (École Nationale des Ponts et Chaussées, França)

EXPERIÊNCIA ADMINISTRATIVA NA UFPE:

1) Pró-Reitor de Pós-Graduação e Pesquisa;
2)Pró-Reitor de Extensão;
3) Membro do Comitê Assessor do CNPq na área de Engenharia de Produção e de Transportes;
4) Membro da Câmara de Pesquisa e de Pós-Graduação.
5) Membro do Conselho Universitário
6) Chefe de Departamento de Engenharia Civil;
7) Sub-Chefe do Departamento de Engenharia Civil.
8) Vice Coordenador do Curso de Engenharia Civil
11) Coordenador de Estágio Supervisionado
10) Coordenador de Pesquisa e Pós-Graduação do CTG.

DISTINÇÃO CIENTÍFICA:


1) Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 1C
2) Membro do Comitê Assessor do CNPq na área de Engenharia de Produção e de Transportes

CURRÍCULO LATTES: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4781153A3



Gilson Edmar Gonçalves e Silva

CIDADE NATAL: Recife (Pernambuco)


FORMAÇÃO NA GRADUÇÃO: Medicina


NÍVEL MÁXIMO DE FORMAÇÃO: Doutorado (UNIFESP)



EXPERIÊNCIA ADMINISTRATIVA NA UFPE:

1) Vice-Reitor da UFPE;
2) Coordenador do Curso de Mestrado em Neuropsiquiatria
3) Sub-Chefe do Departamento de Neuro-Psiquiatria
4) Chefe do Departamento de Neuro-Psiquiatria
5) Diretor do Centro de Ciências da Saúde

DISTINÇÃO CIENTÍFICA:

- Membro Efetivo da Associação Brasileira de Educação Médica;
- Acadêmico Titular da Academia Pernambucana de Ciências

CURRÍCULO LATTES:

http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4783020T6


PIERRE LUCENA RABONI



FORMAÇÃO NA GRADUÇÃO: Administração


CIDADE NATAL: São Caetano do Sul (São Paulo)


NÍVEL MÁXIMO DE FORMAÇÃO: Doutor (PUC-Rio de Janeiro)


EXPERIÊNCIA ADMINISTRATIVA NA UFPE:


1) Coordenador do Curso de Administração;


2) Coordenador do MBA em Finanças.


DISTINÇÃO CIENTÍFICA:


1) Coordenador de projeto financiado pela FACEPE;

CURRÍCULO LATTES:

http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4708027P4





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sexta-feira, 4 de março de 2011

Vídeos com todos os candidatos a Reitor da UFPE (sobre questão estudantil) - Gravado entre final fev. e início março 2011)

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Vídeos com todos os candidatos a Reitor da UFPE (sobre questão estudantil) - Gravado entre final fev. e início março 2011)


CHAPA AVANÇAR MODERNIZAR (Gilson e Denilson)

Fala do Professor Gilson Edmar (candidato a Reitor da UFPE em 2011) - PARTE 1

http://www.youtube.com/watch?v=3TFrv8ku2CU


Fala do Professor Gilson Edmar (candidato a Reitor da UFPE em 2011) - PARTE 2

http://www.youtube.com/watch?v=7os7g3bkBBg


Fala do Professor Gilson Edmar (candidato a Reitor da UFPE em 2011) - PARTE 3

http://www.youtube.com/watch?v=oaU5ZYDE6Bw


Fala do Professor Gilson Edmar (candidato a Reitor da UFPE em 2011) - PARTE 4

http://www.youtube.com/watch?v=umppjykYgJA


Fala do Professor Denilson Marques (candidato a Vice-Reitor da UFPE em 2011) - PARTE 1

http://www.youtube.com/watch?v=5sZ6RkLjvAc


Fala do Professor Denilson Marques (candidato a Vice-Reitor da UFPE em 2011) - PARTE 2

http://www.youtube.com/watch?v=17veQlUNE8w


Fala do Professor Denilson Marques (candidato a Vice-Reitor da UFPE em 2011) - PARTE 3

http://www.youtube.com/watch?v=eB4xVShn_jA


Fala do Professor Denilson Marques (candidato a Vice-Reitor da UFPE em 2011) - PARTE 4

http://www.youtube.com/watch?v=GEjVP99hYZ4



CHAPA CONSOLIDAR E INOVAR (Anísio e Sílvio)


Fala do Professor Anísio Brasileiro (candidato a Reitor da UFPE em 2011) - PARTE 1

http://www.youtube.com/watch?v=oaP6h0yXNuA


Fala do Professor Anísio Brasileiro (candidato a Reitor da UFPE em 2011) - PARTE 2

http://www.youtube.com/watch?v=vZPxeD3FmYI


Fala do Professor Anísio Brasileiro (candidato a Reitor da UFPE em 2011) - PARTE 3


http://www.youtube.com/watch?v=2g7-kp6o27Y




CHAPA NOVA UFPE (Pierre e José Roberto)



Fala do Professor Pierre Lucena (Candidato a Reitor da UFPE em 2011) PARTE 1:

http://www.youtube.com/watch?v=SbJdrknw094


Fala do Professor Pierre Lucena (Candidato a Reitor da UFPE em 2011) PARTE 2:

http://www.youtube.com/watch?v=WzqMY5fkpSg




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Artigo Em defesa da informação correta aos estudantes da UFPE (Por Otávio Luiz Machado)


Artigo Em defesa da informação correta aos estudantes da UFPE (Por Otávio Luiz Machado)

Fonte:
http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2011/03/04/em_defesa_da_informacao_correta_aos_estudantes_da_ufpe_93925.php#formulario

Por Otávio Luiz Machado

Pesquisador na UFPE

Mal começou movimentação para a campanha da Reitoria da UFPE (Reitorado 2011-2015). O que vemos é um grupo que se coloca como “novo” tentando ludibriar a comunidade universitária com propostas requentadas ou com promessas que sequer são da atribuição do Reitor.

Com o mote de que a UFPE encontra-se no fundo do poço, o “nosso” salvador da pátria só se iguala ao também “novo” Presidente Collor de 1989, que criticava todo mundo e se via como alguém que ia instaurar um novo momento para mundo.

Com ele vem um pequeno grupo de estudantes que estão se formando para ficar a vida inteira utilizando-se das críticas fáceis ao invés de construírem projetos, saídas e ações de interesse público.

Também é interessante como o grupo ligado à chapa “Nova UFPE” presta um desserviço gigantesco à instituição. Tentam a todo custo atingir a imagem positiva da UFPE – que foi construída com o suor de muita gente ao longo de décadas – para se tentar chegar ao poder. É um desrespeito aos que contribuem com a UFPE

O candidato a Reitor da Chapa Nova UFPE, que foi Presidente do DCE e fez parte do grupo político do ex-Reitor Efrem Maranhão (seu grande amigo) na Reitoria e quando este dirigiu à Secretaria de Educação de Pernambuco, como anda escondendo a história da UFPE dos nossos estudantes, então cabe aos membros mais antigos da comunidade não se silenciarem e se tornarem cidadãos manifestando suas opiniões.

O Ex-Reitor Efrem ficou conhecido como um gestor truculento, que perseguia os estudantes e que maltratava com requintes de crueldade os residentes da Casa do Estudante. Mas sua grande obra foi o fechamento do Restaurante Universitário (RU). Uma pergunta que não temos respostas: por quais razões (e OMISSÕES) uma pessoa próxima do Reitor não intercedeu em defesa dos estudantes da UFPE e pela manutenção do RU ?

Um gesto de solidariedade, de decência e de indignação com aquele ato de pessoas próximas ao então Reitor seria o suficiente para a preservação de um bem público da mais alta importância para um estudante universitário.

Também não se viu o candidato Pierre engajado no movimento docente através da nossa ADUFEPE (Associação dos Docentes da UFPE), participando da luta interna ou indo com o movimento a Brasília reivindicar ações junto aos Ministérios da Educação e de Ciência e Tecnologia em defesa da categoria dos servidores ou da própria UFPE.

O candidato também nunca foi simpático às ações do SINDUFEPE ao longo de sua história, porque se ele considera que a UFPE está mal. Certamente na sua cabeça a culpa deve estar nos funcionários improdutivos que não contribuem com a gestão eficiente e produtiva.

Então o candidato Pierre só vem criticar o trabalho dos outros porque é candidato a Reitor e quer assumir o poder com seu grupo. Oportunismo, não? Quem se diz na luta em defesa da UFPE não pode começar seu engajamento apenas na condição de Reitor. Como de baixo, vai adquirindo experiência, vai conhecendo a instituição por dentro e constrói um arcabouço de conhecimentos e vivências necessárias para um Reitor.

O candidato do “novo” é alguém que busca usar as novas tecnologias para difundir o velho ranço oligárquico e elitista. Pede um debate entre os candidatos, mas seu blog “Acerto de Contas” – que diz ser jornalístico – só estampa “opiniões” contra a UFPE e abre espaço apenas para o seu candidato-dono circular as informações que interessa.

Mas os estudantes não se deixam enganar.

Os calouros da UFPE deram uma lição de cidadania durante a Aula Magna do dia 28 de fevereiro ao se recusarem a participar de um ato de campanha visando destruir a imagem da instituição junto ao Ministro Fernando Haddad e da própria sociedade pernambucana. Vaiaram os seus “líderes” e não aceitaram ser massa de manobra, pois identificaram que estavam numa universidade verdadeiramente nova.

Não queremos uma universidade de seres autômatos. Muito menos uma universidade que considera os estudantes oriundos de grupos desprivilegiados como “problema”, contribuindo para alimentar o velho preconceito e ódio de classe.

Todo mundo sabe que a criação de novos cursos, a ampliação das vagas, as novas bolsas, um orçamento para a assistência estudantil, a interiorização da UFPE, a melhoria das bibliotecas, o aumento de recursos para projetos de pesquisa e extensão, a abertura do RU, a criação de novos laboratórios de informática e as obras de infra-estrutura beneficiam diretamente os estudantes.

Os estudantes da UFPE certamente saberão decidir por alguém que lutou pela UFPE (dentro e fora da administração). É fundamental nessas eleições a presença maciça de estudantes votando para se fazer a diferença na hora de escolher os projetos de universidades que queremos (e que a nossa sociedade apóia).

Para concluir. Digo a todos e a todas que me sinto muito honrado e gratificado em contribuir e colaborar com projetos de pesquisa e extensão sobre os movimentos juvenis a partir da UFPE, porque são atividades com amplo respaldo social e acadêmico e com grande impacto na produção científica brasileira.
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Fotos do movimento do Sintufepe por reposição salarial (UFPE, 04-03-2011)





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Vídeos do movimento do SINTUFEPE por reposição salarial (UFPE, 04-03-2011)

Vídeos do movimento do SINTUFEPE por reposição salarial (UFPE, 04-03-2011)


Vídeo Manifestação Sintufepe na Reitoria da UFPE (4-3-11) PARTE 1
http://www.youtube.com/watch?v=WqoLEmY3dwE


Vídeo Manifestação Sintufepe na Reitoria da UFPE (4-3-11) PARTE 2
http://www.youtube.com/watch?v=eD51JJKPgeM


Vídeo Manifestação Sintufepe na Reitoria da UFPE (4-3-11) PARTE 3
http://www.youtube.com/watch?v=akCP59zkqOY


Vídeo Manifestação Sintufepe na Reitoria da UFPE (4-3-11) PARTE 4
http://www.youtube.com/watch?v=u0GfMzM8RkE


Vídeo Manifestação Sintufepe na Reitoria da UFPE (4-3-11) PARTE 5
http://www.youtube.com/watch?v=tArwLU9lndw


Vídeo Manifestação Sintufepe na Reitoria da UFPE (4-3-11) PARTE 6
http://www.youtube.com/watch?v=Tq-ZoNt1qY8


Vídeo Manifestação Sintufepe na Reitoria da UFPE (4-3-11) PARTE 7
http://www.youtube.com/watch?v=P5F2QljF3EQ


Vídeo Manifestação Sintufepe na Reitoria da UFPE (4-3-11) PARTE 8
http://www.youtube.com/watch?v=8tjDSKpHqMs


Vídeo Manifestação Sintufepe na Reitoria da UFPE (4-3-11) PARTE 9
http://www.youtube.com/watch?v=kRW8efHuiCc


Vídeo Manifestação Sintufepe na Reitoria da UFPE (4-3-11) PARTE 10
http://www.youtube.com/watch?v=p4P7GCWXvT4


Vídeo Manifestação Sintufepe na Reitoria da UFPE (4-3-11) PARTE 11
http://www.youtube.com/watch?v=1nD8jACXBr4


Vídeo Manifestação Sintufepe na Reitoria da UFPE (4-3-11) PARTE 12
http://www.youtube.com/watch?v=ozcxI3Jc_T8


Vídeo Manifestação Sintufepe na Reitoria da UFPE (4-3-11) PARTE 13
http://www.youtube.com/watch?v=UII1LgYEzD8 Enviar para o Twitter

Vídeos da Chapa a Reitor UFPE Gilson e Denilson (04-03-2011)

Vídeos da Chapa a Reitor UFPE Gilson e Edmilson (04-03-2011)



Fala do Professor Gilson Edmar (candidato a Reitor da UFPE em 2011) - PARTE 1

http://www.youtube.com/watch?v=3TFrv8ku2CU


Fala do Professor Gilson Edmar (candidato a Reitor da UFPE em 2011) - PARTE 2

http://www.youtube.com/watch?v=7os7g3bkBBg



Fala do Professor Gilson Edmar (candidato a Reitor da UFPE em 2011) - PARTE 3


http://www.youtube.com/watch?v=oaU5ZYDE6Bw


Fala do Professor Gilson Edmar (candidato a Reitor da UFPE em 2011) - PARTE 4

http://www.youtube.com/watch?v=umppjykYgJA


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Fala do Professor Denilson Marques (candidato a Vice-Reitor da UFPE em 2011) - PARTE 1

http://www.youtube.com/watch?v=5sZ6RkLjvAc



Fala do Professor Denilson Marques (candidato a Vice-Reitor da UFPE em 2011) - PARTE 2

http://www.youtube.com/watch?v=17veQlUNE8w



Fala do Professor Denilson Marques (candidato a Vice-Reitor da UFPE em 2011) - PARTE 3


http://www.youtube.com/watch?v=eB4xVShn_jA


Fala do Professor Denilson Marques (candidato a Vice-Reitor da UFPE em 2011) - PARTE 4


http://www.youtube.com/watch?v=GEjVP99hYZ4 Enviar para o Twitter

quinta-feira, 3 de março de 2011

Frevo no CTG da UFPE (02-03-2011)

Frevo no CTG da UFPE (02-03-2011)

http://www.youtube.com/watch?v=dnHgZBhQf6s Enviar para o Twitter

Reunião na UFPE ontem (02-03-2011)
























































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terça-feira, 1 de março de 2011

ANPG lança abaixo-assinado por reajuste de bolsas e alcança 21 mil assinaturas em 5 dias

FONTE: http://www.anpg.org.br/gera_noticia.php?codigo=698&tipo=1


28/02/2011
ANPG lança abaixo-assinado por reajuste de bolsas e alcança 21 mil assinaturas em 5 dias

Mal foi enviado por email para alguns pós-graduandos, na última quarta-feira (23), e o texto já tinha mais de 21 mil signatários nesta segunda-feira (28). Trata-se da Campanha de Bolsas da ANPG, iniciada no ano passado. Após audiências com agências e ministérios e movimentação no Congresso Nacional pelo aumento do orçamento do MCT e do MEC para o fomento à pesquisa, a campanha lança agora abaixo-assinado pelo reajuste dos valores das bolsas de mestrado e doutorado, ao mesmo tempo em que eleva o tom da crítica à política macroeconômica adotada neste início de governo Dilma Rousseff. Na opinião dos pós-graduandos, uma política consequente de valorização das bolsas é elemento chave ao desenvolvimento soberano do país, calcado no avanço científico e tecnológico.

O abaixo assinado e a crítica à política macroeconômica são fruto do debate realizado na reunião de diretoria da ANPG em 21 de janeiro, na cidade do Rio de Janeiro. Fruto de ação da entidade, os pós-graduandos conquistaram em 2010 a licença-maternidade para as bolsistas da CAPES (o CNPq já tinha) e, em novembro, a ampliação do número de bolsas do CNPq (foram oferecidas mais 2 mil). Dando continuidade à campanha, a pauta do abaixo-assinado que ora lançamos é o reajuste do valor das bolsas de mestrado e doutorado.

Clique aqui para assinar o texto do abaixo-assinado da Campanha de Bolsas da ANPG.

A reivindicação é contextualizada por uma crítica à lógica monetarista que tem regido a equipe econômica do governo federal neste início de gestão. O movimento nacional de pós-graduação nunca se furtou a pautar um projeto de desenvolvimento do país que garanta soberania e distribuição de renda. Acreditamos que a política atual contraria o debate realizado durante as eleições presidenciais, que culminou no apoio da ANPG à candidatura de Dilma Rousseff no segundo turno. Seguimos confiantes das possibilidades de crescimento do país e decididos a mobilizar em favor do projeto de mudanças para o qual a presidente Dilma foi eleita. Entretanto, seu governo só logrará sucesso se a necessária implementação deste projeto se efetivar.

Além do reajuste imediato, a ANPG pauta também uma política permanente de valorização das bolsas de pesquisa, aos moldes da proposta apresentada pelo PL 2315/2003, o PL dos pós-graduandos, que foi desarquivado e imediatamente rearquivado neste início de legislatura. O objetivo é valorizar a pesquisa científica, que deve, cada vez mais, conseguir dar respostas à sociedade, valorizando a criatividade e as potencialidades do povo brasileiro para a realização de uma ciência original, voltada tanto ao desenvolvimento tecnológico quanto ao social.

Embora um reajuste fosse bem vindo também para outras modalidades de bolsa de pesquisa, como pós-doutorado, iniciação científica, bolsas sanduíche, etc., elas não entraram nesta reivindicação imediata por terem sido reajustadas em março de 2010. Todas as modalidades, entretanto, são consideradas quando se fala em política permanente de valorização das bolsas de pesquisa. O objetivo é ter foco nas pautas apresentadas para que as mobilizações se traduzam em conquistas.

Leia também:

Reunião de diretoria: ANPG convoca campanha pelo reajuste das bolsas de pesquisa

Campanha de bolsas

Em maio, a atual gestão da ANPG deu início às movimentações da gestão, pautando a humanização das bolsas de pós-graduação a partir da garantia de apoios à pesquisa do pós-graduando, como taxa de bancada, auxílio-tese e a vitoriosa batalha em defesa da licença-maternidade, aprovada pela CAPES em 2010 por demanda da Associação Nacional de Pós-Graduandos. O CNPq já possuía tal política consolidada, mas a CAPES atendeu uma reivindicação histórica, fruto do diálogo com a entidade dos pós-graduandos.

Na semana da posse, a diretoria da ANPG se reuniu com os ministros do MCT e do MEC, o presidente da CAPES, e ainda participou da 4ª Conferência Nacional de Ciência e Tecnologia. Em todas essas ocasiões, uma política de valorização das bolsas de pós-graduação foi pautada, como forma de investimento na formação de recursos humanos, tão fundamentais ao desenvolvimento do país.

Ao longo do semestre, a pressão sobre os ministérios se manteve e a entidade estabeleceu contato também com os deputados das comissões de Educação e de Ciência e Tecnologia do Congresso Nacional. A partir deste diálogo, em 23 de novembro de 2010 a ANPG apresentou uma emenda solicitando recursos para a CAPES e o CNPq e obteve mais uma vitória: um remanejamento de verba do MCT de 15 milhões de reais foi feito, destinando-os exclusivamente para bolsas de pesquisa do CNPq. Cerca de duas semanas depois, o CNPq anunciou a oferta de mais 2 mil bolsas de mestrado e doutorado em 2011.
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Vídeo: Entrevista do Governador de Pernambuco (Eduardo Campos) à imprensa - Aula Inaugural da UFPE (Campus de Vitória-PE), 28 fev. 2011.

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Vídeo: Fala do Governador de Pernambuco (Eduardo Campos) - Aula Inaugural da UFPE (Campus de Vitória-PE), 28 fev. 2011.

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Vídeo: Fala do Reitor da UFPE (Amaro Lins) - Aula Inaugural da UFPE (Campus de Vitória-PE), 28 fev. 2011.

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Vídeo: Fala do Prefeito de Vitória-PE - Aula Inaugural da UFPE (Campus de Vitória-PE), 28 fev. 2011.

Vídeo: Fala do Prefeito de Vitória-PE - Aula Inaugural da UFPE (Campus de Vitória-PE), 28 fev. 2011. Enviar para o Twitter

Vídeo: Fala da Diretoria do Campi de Vitória-PE da UFPE - Aula Inaugural da UFPE (Campus de Vitória-PE), 28 fev. 2011.

Vídeo: Fala da Diretoria do Campi de Vitória-PE da UFPE - Aula Inaugural da UFPE (Campus de Vitória-PE), 28 fev. 2011. Enviar para o Twitter

Vídeo: Fala do represente dos estudantes do Campus de Vitória da UFPE - Aula Inaugural da UFPE (Campus de Vitória-PE), 28 fev. 2011.

Vídeo: Fala do represente dos estudantes do Campus de Vitória da UFPE - Aula Inaugural da UFPE (Campus de Vitória-PE), 28 fev. 2011. Enviar para o Twitter

Vídeo: Fala da Estudante Virgínia (UEP) - Aula Inaugural da UFPE (Campus de Vitória-PE), 28 fev. 2011.

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Vídeo: Fala do Estudante Alexandre (UNE) - Aula Inaugural da UFPE (Campus de Vitória-PE), 28 fev. 2011.

Vídeo: Fala do Estudante Alexandre (UNE) - Aula Inaugural da UFPE (Campus de Vitória-PE), 28 fev. 2011. Enviar para o Twitter

Vídeo: Trecho da fala do cerimonial - Aula Inaugural da UFPE (Campus de Vitória-PE), 28 fev. 2011.

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Vídeo: Fala da Pró-Reitora Ana Cabral - Aula Inaugural da UFPE (Campus de Vitória-PE), 28 fev. 2011.

Vídeo: Fala da Pró-Reitora Ana Cabral - Aula Inaugural da UFPE (Campus de Vitória-PE), 28 fev. 2011. Enviar para o Twitter

Vídeo: Abertura do evento - Aula Inaugural da UFPE (Campus de Vitória-PE), 28 fev. 2011.

Vídeo: Abertura do evento - Aula Inaugural da UFPE (Campus de Vitória-PE), 28 fev. 2011. Enviar para o Twitter

Vídeos: Autoridades entram no recinto da Aula Inaugural da UFPE (Campus de Vitória-PE), 28 fev. 2011.

VÍDEO 1:


VÍDEO 2: Enviar para o Twitter

Vídeos: Inauguração do RU da UFPE (Recife, 28 fev. 2011)

VÍDEO 1:


VÍDEO 2:

VÍDEO 3:


VÍDEO 4:


VÍDEO 5:


VÍDEO 6:

VÍDEO 7:


VÍDEO 8:


VÍDEO 9:


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Vídeo: Comissão da Fundaj com o Ministro Haddad - Após a aula Inaugural da UFPE (Recife, 28 fev. 2011)

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Entrevista do Ministro Haddad à Imprensa - Após aula Inaugural da UFPE (Recife, 28 fev. 2011)

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Discurso do Reitor Amaro Lins - Aula Inaugural da UFPE (Recife, 28 fev. 2011)

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Apresentação do estudante Davi Barbosa (Curso de Música) - Aula Inaugural da UFPE (Recife, 28 fev. 2011)

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Fala do Professor Jaime (Adufepe) - Aula Inaugural da UFPE (Recife, 28 fev. 2011)

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Chegada do Ministro Haddad ao recinto da aula Inaugural da UFPE (Recife, 28 fev. 2011)

VÍDEO 1:

VÍDEO 2: Enviar para o Twitter

Trechos da Fala do estudante Alexandre (UNE) - Aula Inaugural da UFPE (Recife, 28 fev. 2011)

Trechos da Fala do estudante Alexandre (UNE) - Aula Inaugural da UFPE (Recife, 28 fev. 2011) Enviar para o Twitter

Trechos da Fala da Pró-Reitora Ana Cabral - Aula Inaugural da UFPE (Recife, 28 fev. 2011)

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Fala Inicial do Reitor Amaro Lins - Aula Inaugural da UFPE (Recife, 28 fev. 2011)

Fala Inicial do Reitor Amaro Lins - Aula Inaugural da UFPE (Recife, 28 fev. 2011) Enviar para o Twitter

Vídeos da Sessão de Abertura da Aula Inaugural da UFPE (Recife, 28 fev. 2011)

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Vídeos da Aula Inaugural da UFPE (Recife, 28 fev. 2011): antes da sessão formal

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Vídeos da Aula Inaugural da UFPE (Recife, 28 fev. 2011): antes da sessão formal

VÍDEO 1:


VÍDEO 2:



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VÍDEO 4:


VÍDEO 5:


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Imbecilidade da Veja: Só Reinaldo Azevedo para nos brindar com tais comentários

Imbecilidade da Veja: Só Reinaldo Azevedo para nos brindar com tais comentários

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/a-elite-de-esquerda-brasileira-e-mesmo-espoliadora-ou-coloquem-logo-na-constituicao-que-todo-brasileiro-tem-direito-a-uma-vaca-estatal/

28/02/2011
às 23:49
A elite de esquerda brasileira é mesmo espoliadora! Ou: Coloquem logo na Constituição que todo brasileiro tem direito a uma vaca estatal!
Fernando Haddad, o ministro da Educação — uma das incompetências mais vistosas do governo Lula, mantido no governo Dilma — visitou nesta segunda a Universidade Federal de Pernambuco. Foi recebido com um protesto contra o valor do bandejão: R$ 3!

Não sei a qualidade do rango. Na USP, por exemplo, por comida boa e farta, a estudantada paga R$ 1,90 — há almoço e jantar. O café da manha (!) sai por R$ 0,60: pão, manteiga, líquido quente (café, café com leite ou chocolate) e uma fruta, a escolher. É claro que há subsídio nisso tudo. Os estudantes de Pernambuco fizeram um quadro com o preço dos respectivos bandejões em outras universidades do Brasil, USP inclusive. Todos mais baratos. A comparação os fez supor que havia ali alguma injustiça.

Há dias venho pegando no pé das Mafaldinhas e Remelentos do Movimento Hollister Passe Livre, aquele bandinho de alunos de escolas particulares que estão sendo mobilizados contra o valor da passagem de ônibus em São Paulo: R$ 3. Eles já pagam meia. A cidade gasta mais de R$ 800 milhões anuais em subsídios.

Quantos são os alunos da USP, da Universidade Federal de Pernambuco e das outras espalhadas Brasil afora que realmente não podem pagar o quanto vale um prato de comida? Bem poucos! A “justiça social” que as esquerdas mantêm no Brasil à força de greves e passeatas tornou a universidade pública reduto dos abastados, e as particulares, dos pobres. ProUni corrige isso? De vários modos, não. Mas não vou abrir uma nova frente de argumentação. Deixo isso para outro texto.

Reflito agora sobre a perversidade das elites brasileiras. Elas realmente acham que têm de estudar de graça, comer de graça, andar de ônibus de graça… Se for até a esquina, conseguem camisinha de graça, anticoncepcional de graça, pílula do dia seguinte de graça e, com alguma lábia, até aborto de graça.

“De graça, não! Nós pagamos impostos!”, poderiam gritar alguns. Não seria difícil provar que os pobres pagam, proporcionalmente ao que ganham e dado o seu padrão de consumo, mais. Quando vejo estudantes protestando contra o valor de R$ 3 por uma refeição, vem-me a tentação de pedir para ver o Imposto de Renda dos pais dessa gente e analisar, inclusive, se ele é compatível com os chamados “sinais exteriores de riqueza”.

Mudem a Constituição! Escrevam lá: “Todo brasileiro nasce com direito a uma vaca, mantida pelo estado, em cujas tetas ficará pendurado. Quando a vaca morrer, o estado doa outra”.


Querem saber? Isso tudo é um baita desrespeito com os pobres! E corto o mindinho se essa gente não for radicalmente favorável à igualdade e à justiça social. Os mais cínicos ainda diriam: “Eu defendo escola, comida e transporte gratuito para todos”…

Claro, claro… Alguém teria de pagar por isso. Quem? Ora, o “outro”, aquele “outro” abstrato que habita a cabeça de todo esquerdista chulé.

Por Reinaldo Azevedo Enviar para o Twitter